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Para rir um pouco! O mundo corporativo merece o riso!

DRIBLANDO O SONO EM REUNIÕES ONDE SUA PRESENÇA NÃO SERVE PRA NADA E VOCÊ NÃO VÊ A HORA DO COFFEE BREAK CHEGAR PARA AVANÇAR NAS MIGALHAS DE BISCOITOS E CAFÉ

Você dorme durante as reuniões de trabalho?
Sente um tédio imenso durante as conferências, seminários e colóquios?
Foi criado um método eficaz para combater esse problema!
BUSINESS BINGO

Imprima o quadro abaixo antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc.
Sempre que ouvir a palavra ou expressão contida numa das casas, marque a mesma com um (X).
Quando completar uma linha, coluna ou diagonal, grite ” BINGO”!

Sinergia

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A nível de

Recursos

Resultados

Paradigma

Projeto

Implementação

Integrar

Testemunho de jogadores satisfeitos:
a. – “A reunião só tinha começado há 5 minutos quando ganhei!”
b. – “A minha capacidade para escutar aumentou muito desde comecei a jogar o Business Bingo”
c. – “A atmosfera da última reunião foi muito tensa porque 14 pessoas estavam à espera de preencher a 5ª casa”
d. – “O diretor geral ficou surpreso ao ouvir oito pessoas gritando “BINGO”, pela 3ª vez em uma hora”
e. – “Agora, vou a todas as reuniões da minha organização, mesmo que não me convoquem”.

RECUPERAÇÃO JUDICIAL prevista na Lei n.11.101/05: produtor rural também tem direito!

Vale do Itajaí tem primeira ação de recuperação judicial aprovada pelo Poder Judiciário

A juíza Cristina Lerch Lunardi, da segunda Vara Cível de Timbó, em Santa Catarina deferiu, na última semana, o pedido de recuperação judicial para as empresas do Grupo Incobel, localizado em Benedito Novo (próximo a Blumenau- SC), que apresenta um passivo de mais de R$13 milhões em dividas com matéria prima, trabalhadores, tributos e bancos. A ação é a primeira do Vale do Itajaí, aprovada pelo poder judiciário.

A empresa que ainda em 2007 era a segunda maior empregadora da cidade, com mais de 450 empregos diretos e indiretos, fabrica móveis e molduras em madeira pra a construção civil e exporta para vários paises como Corea, Alemanha e Estados Unidos. Segundo a decisão do poder judiciário, deverão apresentar em 60 dias um plano de recuperação judicial com todas as medidas para sanear a empresa junto aos credores. Nos próximos 180 dias os credores estão impedidos ou retirar qualquer equipamento ou máquina das empresas devedoras ou de continuar com qualquer ação. Nesse período deverá ocorrer todo o processo de recuperação judicial e todos os credores deverão ter plano de pagamentos apresentados.

Conforme a decisão da juíza, um administrador judicial foi nomeado para atuar durante o processo de recuperação. Mensalmente as empresas deverão apresentar contas demonstrativas da gestão da empresa. Segundo o advogado e especialista Euclides Ribeiro, que representa a empresa, há várias vantagens para as empresas na lei de Recuperação Judicial. Durante a ação a empresa fica dispensada de apresentar certidões negativas pra continuar no mercado, os protestos e apontamentos são suspensos, e os nomes dos proprietários são retirados dos órgãos de proteção ao crédito. “A recuperação judicial tem caráter social e protege o empreendedor, veio para dar aos empresários um estímulo à produção e à manutenção da atividade econômica”, explica o advogado.

De acordo com o indicador Serasa de Falências e Recuperações, divulgado em janeiro deste ano, pela instituição, os pedidos de recuperação judicial de empresas aumentaram 6,7% em 2007, na comparação com 2006. No ano passado, foram requeridas 269 recuperações judiciais, enquanto em 2006, houve 252 registros desse evento, em todo o país.

As recuperações judiciais deferidas também cresceram no ano de 2007, que fechou com um total de 195 deferimentos, contra 156, no ano anterior. A alta no período foi de 25%.

CRITÉRIOS – A lei permite ao microempresário o parcelamento de suas dívidas com os credores sem garantias reais, em até 36 vezes, corrigidas e acrescidas de juros legais (12% ao ano). Mas essa opção somente é prevista legalmente nos casos em que haja passivos oriundos de dívidas quirografárias, ou seja, aquelas que não ocupam nenhum lugar na ordem de preferência, já que a lei define como prioritários os débitos trabalhistas, bancários com garantias de bens e tributários.

PRODUTOR RURAL – É ainda, previsto na nova lei que produtor rural, mesmo pessoa física, tem os mesmos benefícios que empresas comerciais e industriais. A recuperação judicial é uma das formas de equalizar o passivo de todos, o que permite a continuidade normal da atividade produtiva no campo.

MATO GROSSO TAMBÉM TEM PRODUTORES BENEFICIADOS COM A RECUPERAÇÃO JUDICIAL:

Cinco produtores rurais de Mato Grosso conseguiram o benefício da recuperação judicial, o que suspende por um período a execução de todas as dívidas contra eles. O juiz Marcos José Martins de Siqueira, da Comarca de Várzea Grande, deu um prazo de 70 dias para que eles apresentem um plano de recuperação.

Segundo o advogado Eduardo Henrique, autor da ação, a decisão abre nova possibilidade de negociação de dívidas. “Os produtores rurais, pessoas físicas, que também estão enfrentando dificuldades podem acionar o instituto da nova lei de recuperação de empresas. Todos os benefícios de negociação e pagamento que a lei aplica a empresas pode ser aplicado aos produtores”, afirma o advogado Euclides Ribeiro Junior, que trabalha com Henrique.

Segundo a decisão, a Lei 11.101/05, que trata da recuperação judicial, equipara o produtor rural a uma empresa. Pela lei, o agricultor que tem seu negócio registrado apenas como pessoa física pode pedir a recuperação como uma empresa.

Os produtores são sócios do grupo Zulli, que tem um passivo de R$ 150 milhões. O grupo tem uma usina de álcool, três condomínios rurais, fazendas e sete empresas que atual na produção de álcool. No pedido, os produtores queriam participar da recuperação de todo o grupo.

“Entendo pertinente manter no pólo ativo da presente recuperação judicial as empresas que de fato se encontram em dificuldades econômicas, independe da constituição formal de um grupo econômico, principalmente quando pelos documentos aportados é possível concluir que existe uma homogeneidade de negócios, demonstrando a necessidade de atuarem em conjunto na reconstrução de todas as quatorze empresas”, diz o juiz.

Trata-se de importante marco, uma vez que tais medidas certamente ampliará o mercado para o Administrador Judicial, que neste caso envolve o agronegócio, um importante campo de trabalho ao admistrador.

Será que Marx, estava certo?

karlmarx

“Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado”.

Karl Marx, in Das Kapital, 1867.

Para Pensar um pouco sobre a Crise!

Esta é a verdadeira realidade das indústrias, não só no Brasil, mas no mundo…
VOCÊ ESTÁ DEMITIDO!!!
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio  da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, fato que provoca grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide pelo  sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares.
Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O  primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
“Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12.200.000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte.
Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar”.
É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua “responsabilidade social”.
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi – disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto.
É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas.
É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas  de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências.
Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares “só para se garantir”, também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão.
Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão.
A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé.
Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas.
Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição de Harvard: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
Revista Veja edição 1726, ano 34, nº45, em 14 de Novembro de 2001.

Receba de volta alguns dos valores pagos em CPMF

O STF decidiu pela ilegalidade da cobrança de CPMF sobre o aumento de de alícotas entre os meses de janeiro, fevereiro e março de 2004, visto que houve a majoração da alíquota da CPMF, pela Emenda Constitucional nº 42/2003 (de 0,08% para 0,38%), em desobediência ao princípio da anterioridade. Assim há uma diferença a ser resgatada de 78% do tributo recolhido!

Se você movimentou contas bancárias neste periodo não deixe para o governo um imposto que é seu! Receba de volta os valores pagos a mais!

Contate o departamento jurídico do Sindicato dos Administradores que lhe darão o devido encaminhamento para você ter de volta o seu dinheiro!

Tel (16) 3336 0066

juridico@administrador.org.br

Cadastro de Estágio

Estamos criando um banco de dados dos estudantes de Administração da região de Araraquara para buscarmos colocação em empresas.

Assim se você é estudante de administração e busca um estágio, escreva no campo comentário um breve relato de seu curriculo colocando dados principais e contato.

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